Júnior Cavalcanti

O ministro Raul Jungmann, e a presidente do TSE, ministra Rosa Weber

O ministro Raul Jungmann, e a presidente do TSE, ministra Rosa WeberFoto: José Cruz/Agência Brasil

Polícia Federal (PF) abriu 469 inquéritos para investigar crimes eleitorais no primeiro turno da campanha deste ano, A informação é do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Além disso, 455 pessoas foram conduzidas para depoimentos e outros 266 apreendidos.

De acordo com o ministro, os principais crimes registrados foram propaganda eleitoral irregular, promoção de informações falsas e compra de votos. “Aqueles que têm interesse de produzir notícias falsas fiquem sabendo que não existe anonimato na internet e a Polícia Federal tem tecnologia e recursos humanos para chegar neles aqui ou em qualquer lugar do mundo”, alertou.

Jungmann participou nesse domingo (21) da entrevista à imprensa, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), convocada pela presidente do tribunal, ministra Rosa Weber. Na ocasião, perguntada se a Justiça Eleitoral falhou no combate às notícias falsas (fake news) durante a campanha, a ministra respondeu que não viu falhas na ação do tribunal, mas reconheceu que não esperava que a onda de desinformação se voltasse contra a própria instituição e que ainda não há uma solução para impedir o problema.

“Nós entendemos que não houve falha alguma da Justiça Eleitoral no que tange a isso que se chama fake news. A desinformação é um fenômeno mundial que se faz presente nas mais diferentes sociedades. Gostaríamos de ter uma solução pronta e eficaz, de fato, não temos”, disse a ministra.

Rosa Weber não quis comentar sobre a ação ingressada pelo PT para investigar a denúncia de que empresas teriam atuado na disseminação em massa nas redes sociais de notícias falsas contra o candidato Fernando Haddad (PT) em favor do candidato do PSL à Presidência da RepúblicaJair Bolsonaro (PSL).

De acordo com Jungmann, o caso está sendo investigado e não é possível dar detalhes sobre o processo, pois o inquérito corre sob sigilo. O ministro informou que o centro integrado de controle para as eleições retomará os trabalhos nesta segunda-feira (22), a partir das 15 horas, e que os representantes dos dois candidatos à Presidência foram convidados a acompanhar a atuação do centro, que funcionará 24 horas por dia até o fim do segundo turno, no próximo dia 28 de outubro.

O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Leonardo Ulrich

O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Leonardo UlrichFoto: Elza Fiúza /Agência Brasil

violência que desencadeou agressões em distintos níveis nas ruas e nas redes sociais foi repudiada por sete entidades civis, entre elas a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que divulgaram nota de apelo para que o equilíbrio e o respeito prevaleçam às vésperas das eleições. O comunicado não menciona partidos políticos nem candidatos, mas alerta sobre os riscos das fake news no cenário político nacional.

“[O grupo quer] reiterar imperiosa necessidade de preservação de um ambiente sociopolítico genuinamente ético, democrático, de diálogo, com liberdade de imprensa, livre de constrangimentos e de autoritarismos, da corrupção endêmica, do fisiologismo político, do aparelhamento das instituições e da divulgação de falsas notícias como veículo de manipulação eleitoral, para que se garanta o livre debate de ideias e de concepções políticas divergentes, sempre lastreado em premissas fáticas verdadeiras.”

A nota é assinada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) e a Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas (Abrat).

O documento destaca ainda que há um “peremptório repúdio a toda manifestação de ódio, violência, intolerância, preconceito e desprezo aos direitos humanos, assacadas sob qualquer pretexto que seja, contra indivíduos ou grupos sociais”.

Por fim, a nota acrescenta que é necessário ter “a compreensão de que não há desenvolvimento sem justiça e paz social, como não há boa governança sem coerência constitucional, e tampouco pode haver Estado Democrático de Direito sem Estado Social com liberdades públicas”.

O valor é uma espécie de 'aval' do Congresso para que o governo tome emprestado no mercado financeiro

O valor é uma espécie de ‘aval’ do Congresso para que o governo tome emprestado no mercado financeiroFoto: Agência Câmara

O próximo presidente receberá um “cheque” de R$ 258 bilhões, na avaliação da equipe econômica do presidente Michel Temer, que poderá ser usado mesmo sem necessidade. Trata-se do aval do Congresso para que o governo tome emprestado essa quantia no mercado financeiro e, com isso, cubra a diferença que falta para cumprir a regra de ouro.

norma constitucional proíbe o governo de pagar despesas do dia a dia com dinheiro de operações de crédito. Mas, em meio ao ajuste fiscal, a previsão é que isso ocorra em 2019. Dessa maneira, o governo não teve outra opção senão pedir autorização ao Parlamento.

Na avaliação da equipe econômica de Temer, a necessidade real para cumprir a regra de ouro ficou menor do que R$ 258 bilhões, como consta da proposta orçamentária enviada ao Congresso em agosto. Ainda assim, a interpretação da área técnica é que o novo presidente poderá pedir autorização para usar o valor total e operar com folga em 2019.

A entrada de receitas extras reduziu a necessidade real para cerca de R$ 90 bilhões, segundo estimativas do Tesouro Nacional. Essas receitas vêm da previsão de novos pagamentos do BNDES e de um lucro maior do que o esperado do Banco Central no primeiro semestre deste ano. O resultado, que deriva da alta do dólar sobre as reservas internacionais em poder do BC, soma R$ 169 bilhões, e boa parte (cerca de R$ 150 bilhões) será poupada para ser usada no ano que vem.

equipe econômica também colocou na conta R$ 25 bilhões que virão do BNDES, como pagamento antecipado de dívidas com o Tesouro que só começariam a vencer em 2040. Se a interpretação atual prevalecer, o novo presidente terá uma margem bem maior do que o necessário para emitir dívida com a autorização do Congresso.

Isso não significa que o novo governo poderá gastar mais, afirmam especialistas, pois o avanço das despesas é travado por outra regra fiscal, o teto de gastos. Mas poderia ter impacto na gestão da dívida pública, ou aumentando o endividamento ou permitindo a possibilidade de uma troca de dívida antiga por nova.

A decisão caberá à nova equipe econômica, que terá que formalizar o pedido de autorização de cobertura para a regra de ouro no ano que vem. Especialistas da Câmara dos Deputados divergem da interpretação. Segundo Ricardo Volpe, diretor da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira, no momento da execução orçamentária, os cálculos serão refeitos e a autorização do Congresso para a emissão de títulos públicos vai acompanhar a necessidade efetiva.

“Poderia ser de até R$ 258 bilhões”, disse Volpe. “Mas já houve receitas não previstas, como os recursos vindos do Banco Central e do BNDES. Não tem como ser de R$ 258 bilhões.” No Orçamento, os recursos que terão como fonte a emissão de títulos formarão uma reserva em separado, uma espécie de conta-corrente especial. Segundo ele, um artigo da lei orçamentária foi revisto para que os valores dessa conta especial fossem abatidos de receitas não previstas.

Ou seja, a cifra de R$ 258 bilhões vai sendo reduzida na mesma proporção da entrada de novos recursos, como já ocorreu, segundo ele, com a incorporação de parte do lucro do BC neste ano. “Se na data-limite [para a execução do Orçamento] ainda faltarem recursos, esse será o valor a ser autorizado pelo para a emissão de títulos.”

Para os técnicos do governo, a divergência ocorre em razão da novidade do tema -é a primeira vez que será necessário o governo pedir autorização ao Congresso para cumprir a regra de ouro, cuja quebra é enquadrada em crime de responsabilidade fiscal, o mesmo que levou a ex-presidente Dilma Rousseff ao impeachment.

A única certeza que se firmou nas últimas semanas entre especialistas é que o novo presidente não terá, entre os problemas na área fiscal, a pressão da regra de ouro em 2019. Segundo o economista Gabriel Leal de Barros, da IFI (Instituição Fiscal Independente), além do lucro do BC e do pagamento do BNDES, os Estados e municípios voltaram a pagar as parcelas da dívidas com a União, o que ajuda no cumprimento da regra.

O problema, entretanto, tende a voltar em 2020, pois, prevê ele, o lucro do BC não deverá ser tão relevante e o BNDES não fará pagamentos como em 2018 (quando devolverá R$ 130 bilhões). “As receitas do BC e do BNDES para a regra de ouro serão menores nos próximos anos, o que dificulta o seu cumprimento”, disse Barros. “Se não fizer reformas, o governo terá que rever as regras fiscais.”

De acordo com Temer, Reforma da Previdência não deve ser votada este ano

De acordo com Temer, Reforma da Previdência não deve ser votada este anoFoto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agencia Brasil/AFP

Com acenos negativos na base aliada, o presidente Michel Temer disse a auxiliares não acreditar mais que conseguirá aprovar uma reforma previdenciária nos seus dois últimos meses de mandato. Segundo relatos feitos à reportagem, ele tem avaliado em conversas reservadas que não há ambiente político e disposição congressual para a votação de uma proposta neste ano, mesmo que ela sofra alterações acordadas com o seu sucessor.

No mês passado, em viagem a Nova York, Temer disse que entraria em contato com o presidente eleito para tentar votar a iniciativa, porque, segundo ele, não haveria “preocupação de natureza eleitoral”.

O alto índice de renovação da nova legislatura, contudo, atrapalhou os planos de Temer. Com mandatos próximos ao fim, parlamentares que não foram reeleitos sinalizaram ao Palácio do Planalto falta de interesse em apoiar a iniciativa. Nas palavras de um assessor presidencial, se eles já foram castigados pelos eleitores por terem apoiado uma reforma impopular, não há motivo de serem expostos a novos protestos às vésperas de perderem o mandato.

“Não tem margem nenhuma para votação de uma reforma previdenciária neste ano. Há muitos deputados federais que estão machucados”, avaliou o vice-presidente da Câmara, Fábio Ramalho (MDB-MG). A resistência em apreciar a proposta até dezembro também tem sido apresentada por parlamentares que foram reeleitos. 

O argumento é de que eles terão um maior poder de barganha junto a um novo governo, que terá de abrir negociação para compor uma base aliada que seja forte. “Quem deve fazer essa reforma é o novo Congresso Nacional e quem deve encaminhar ou não é o novo presidente”, disse o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

Se já havia dificuldades em votar a proposta antes da campanha eleitoral, o clima piorou após o segundo turno. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), cotado para ser ministro da Casa Civil de um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL), jogou água fria na expectativa de votar a iniciativa neste ano.

“Se ele ganhar a eleição no dia 28, que nós acreditamos que vai, nós vamos tratar desse assunto dia 1º de janeiro de 2019, nem um dia antes”, afirmou. A declaração, seguida de uma crítica de que a proposta sugerida pela atual gestão é uma “porcaria”, irritou Temer, que vinha recebendo anteriormente acenos positivos da equipe de Bolsonaro.

A equipe técnica do candidato queria votar a iniciativa agora para iniciar o novo governo em um cenário mais favorável, evitando que a discussão em torno da reforma paralisasse a pauta econômica no próximo ano. Segundo relatos, no entanto, um interlocutor do economista Paulo Guedesguru econômico de Bolsonaro, sondou os presidentes da Câmara e do Senado se havia ambiente para aprovar uma reforma neste ano. 

A resposta foi negativa, o que desanimou o entorno do candidato, que preferiu deixá-la para o início de 2019. Caso Bolsonaro seja eleito, no entanto, a equipe do candidato discute alterações no Orçamento para 2019. Ela já sondou lideranças da base aliada e recebeu acenos positivos sobre a disposição de mudanças no texto final.

Estudantes fazem prova do Enem

Estudantes fazem prova do EnemFoto: Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil

Os estudantes que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio(Enem) 2018 podem acessar a partir desta segunda-feira (22) os cartões de confirmação da inscrição. Para consultar o documento, é necessário acessar a página do participante, onde deve ser colocado o CPF e senha ou baixar em seu celular o aplicativo Enem 2018 na Play Store ou na App StoreA primeira etapa do exame será aplicada no domingo, dia 4 de novembro. O segundo dia de provas ocorre no domingo seguinte, 11 de novembro.

O cartão reúne os dados do estudante, o endereço do local, a data e hora da aplicação da prova, além das informações sobre a língua estrangeira escolhida e recursos de acessibilidade, se tiverem sido solicitados. Caso tenha problema com as informações do cartão ou dificuldade de acesso ao documento, o estudante pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800616161 ou pelo link Fale Conosco, no site do Enem.

Com a entrada em vigor do horário de verão no mesmo dia da primeira etapa do Exame, em 4 de novembro, o Ministério da Educação recomenda que os inscritos fiquem atentos aos horários de abertura e fechamento dos portões dos locais de prova em cada estado. Nos cartões, as informações de horários estão no horário de Brasília.

O MEC recomenda também que o estudante faça antes o trajeto até o local da prova, organizando o planejamento. A sugestão é que os participantes comecem a ajustar o horário de sono dormir mais cedo uma semana antes do dia da prova.

Confira os horários do fechamento dos portões
No Distrito Federal e nos estados do Espírito Santo, de Goiás, Minas Gerais, do Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e São Paulo, os portões abrem às 12h e fecham às 13h.

Nos estados de Alagoas, do Amapá, da Bahia, do Ceará, Maranhão, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, do Pará, da Paraíba, de Pernambuco, do Piauí, Rio Grande do Norte, de Sergipe, do Tocantins, os portões abrem às 11h e fecham às 12h.

No Amazonas, em Rondônia e Roraima, os portões abrem às 10h e fecham às 11h. No Acre, os portões abrem às 9h e fecham às 10h, no horário local.

O Globo

Três ministros do Supremo consideraram extremamente grave a declaração do deputado Eduardo Bolsonaro . Um deles lembrou que, para fechar o Supremo Tribunal Federal, “o que nem a ditadura tentou”, será preciso “antes disso revogar a Constituição”.

Eles preferiram falar sem serem citados porque a decisão tomada é a de que o STF fale por uma única voz – do presidente Dias Toffoli, que estava em um congresso em Veneza, ou do decano Celso de Mello.

Dias Toffoli ainda não se pronunciou, mais de 24 horas depois de o vídeo do deputado irromper nas redes sociais. O presidente da Corte ” não quis botar mais lenha na fogueira “, disse um assessor direto ao colunista do GLOBO Lauro Jardim.

Outros dois ministros também preferiram fingir que o vídeo não teve maior gravidade: Marco Aurélio Mello, numa declaração mais moderada que a costumeira, e Rosa Weber, que também baixou a bola das declarações do filho de Jair Bolsonaro, escreve o colunista. A exceção foi o decano Celso de Mello, que classificou a afirmação como “inconsequente e golpista” em nota enviada por escrito ao jornal “Folha de S. Paulo”. O ministro ressaltou na mensagem que a votação recorde do deputado – o mais votado da História do país – não legitima “investidas contra a ordem político-jurídica”.

“Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!! Votações expressivas do eleitorado não legitimam investidas contra a ordem político-jurídica fundada no texto da Constituição! Sem que se respeitem a Constituição e as leis da República, a liberdade e os direitos básicos do cidadão restarão atingidos em sua essência pela opressão do arbítrio daqueles que insistem em transgredir os signos que consagram, em nosso sistema político, os princípios inerentes ao Estado democrático de Direitos”, destacou o decano Celso de Mello.

Um dos ministros que não se identificar avaliou ao GLOBO a manifestação de Eduardo Bolsonaro como “uma mistura de autoritarismo com despreparo”.

— É uma declaração despropositada, sequer a matéria envolve o Supremo, a matéria é de competência do TSE. É uma mistura de autoritarismo com despreparo. Já é o segundo pronunciamento de gente das hostes dele nesse sentido em poucos dias — disse um dos ministros.

Ele se referia ao general Eliéser Girão, eleito deputado pelo PSL do Rio Grande do Norte, que propôs a prisão de ministros do Supremo que soltassem condenados por corrupção.

Em 2016, a Prefeitura de Tabira anunciou concurso público para a Guarda Municipal, as inscrições foram abertas e muitas pessoas chegaram a fazer a sua.

Porém, obedecendo uma determinação do Tribunal de Contas de Pernambuco, a gestão teve que suspender o certame. Através do ofício 006/2016, o Tribunal recomendou a suspensão dos concursos públicos em andamento no âmbito dos municípios do Estado de Pernambuco.

A Funvapi, empresa que aplicaria a prova objetiva do concurso, está comunicando aos candidatos que se inscreveram e pagaram que os mesmos já podem solicitar o ressarcimento da taxa de inscrição. Para tanto, os candidatos deverão acessar o site www.funvapi.com.br e fazer o preenchimento do requerimento.

Deputados e senadores reunidos em sessão conjunta do Congresso Nacional nesta quarta-feira (17) decidiram derrubar o veto do presidente Michel Temer ao piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Assim, voltará a valer a remuneração nacional da categoria prevista na medida provisória (MP) 827/2018, aprovada em julho pelo Congresso. A matéria segue para a promulgação. 

A votação foi comemorada pelo deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) em sua rede social, aonde destaca ter votado favorável a derrubada do veto e a importância dos profissionais para a saúde da população. 

Para Zeca Cavalcanti, “o reajuste é o reconhecimento a uma categoria de trabalhadores e trabalhadoras que contribui enormemente para melhorar a saúde de nossa população e que vem travando essa luta a muitos anos, agora o Congresso abre caminho para termos uma legislação que garanta as suas atividades e um salário digno a esses profissionais em todo o País”. 

Outro deputado pernambucano que comemorou a derrubada do veto que impedia reajuste salarial dos agentes comunitários de saúde, foi Gonzaga Patriota (PSB). 

“São os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias que trabalham diariamente nas comunidades onde moram e, muitas vezes, são os que levam informações a população e estão na dianteira no combate a várias doenças, por isso, essa categoria precisa ser valorizada e reconhecida”, avaliou Gonzaga Patriota. 

De acordo com o texto, o aumento será de R$ 1.014,00 para R$ 1.550,00 mensais após três anos. Em 2019, o valor será de R$ 1.250,00; em 2020, de R$ 1.400,00; e os R$ 1.550,00 valeriam a partir de 1º de janeiro de 2021. 

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, convocou outra sessão do Congresso para o próximo dia 24, em horário a definir. 

Estão abertas as inscrições para a seleção de novos alunos das Escolas Técnicas Estaduais de Pernambuco. A seleção é voltada para estudantes que concluem o ensino fundamental em 2018 e no ato da matrícula estiverem com no máximo 17 anos.

Das 7445 vagas ofertadas no estado, 180 são para a Escola Técnica Estadual Professora Célia Siqueira em São José do Egito, sendo 90 vagas para o ensino médio integrado ao curso técnico em administração e as outras 90 para o ensino médio integrado ao curso técnico em meio ambiente.

Nessa modalidade o estudante cursa ao mesmo tempo o ensino médio e também o ensino técnico através do modelo integral, estando preparado tanto para a vida acadêmica como para o mercado profissional.

As inscrições seguem até o dia 31 de outubro, são gratuitas e devem ser realizadas excepcionalmente através do site https://sisacad.educacao.pe.gov.br/sissel/. O edital do certame está disponível no mesmo site. A Secretaria de Educação alerta que o CPF utilizado no momento da inscrição deve ser o do estudante,  não pode ser utilizado o do responsável legal.

A seleção é realizada por meio da aplicação de provas de português e matemática, que são realizadas entre os dias 5 e 14 de novembro, a depender do agendamento feito pelo estudante, durante a inscrição. Mais informações através do telefone: (87) 3844 3444.

Marconi Santana fala em cautela, enxugamento das despesas e pede compreensão da população

Os cortes iniciais do FPM no 2º decênio do mês de setembro, quando sofreu uma redução de 8,01% comparando com o mesmo período de 2017 levando em consideração a inflação do mesmo período, mais o prometido aumento de 1% que não saiu, impossibilitado de ser votado em virtude da Intervenção no Estado do Rio de Janeiro, preocupa os gestores.

As receitas oriundas do Imposto Sobre Serviços – ISS de cartões de crédito foram suspensas e os royalties do petróleo que aguardam uma decisão da suspensão dos efeitos da Lei 12.734/2012 que determina novas regras de distribuição entre os entes da federação dos royalties e da participação especial em função da exploração de petróleo.

O CIMPAJEÚ – Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú, presidido por Marconi Santana, prefeito do município de Flores, no sertão do Pajeú, faz um alerta da necessidade dos gestores municipais que já trabalham no limite apertarem ainda mais os cintos.

Para o líder municipalista que esteve no início da semana na sede da CNM – Confederação Nacional dos Municípios, em Brasília, lamentando como tem sido as dificuldades para arcar com a previdência social “é necessário cautela e manter o foco na garantia dos serviços essenciais; enxugar o máximo as despesas e pisar forte nos freios”.

Preocupado com a difícil situação dos gestores municipais, e com as consequências que os mesmos poderão sofrer junto com a população, devido o impacto já anunciado hoje pela STN – Secretária do Tesouro Nacional, da redução de 15,38% a menos no FPM, Marconi pede um olhar mais firme dos gestores municipais para o cenário que vem se agravando nos cofres públicos municipais, com desenfreada queda de receita.

“O momento é desafiador, de muita cautela e de decisões enérgicas por parte de nós gestores, que teremos dias ainda mais difíceis daqui para frente, já que o declínio do FPM tem sido constante. Sendo assim, precisamos de um olhar mais firme para o atual cenário”, ressaltou.

Marconi ainda chamou a atenção da população no sentido de compreender que, o FPM é a principal receita dos municípios da região do Pajeú e que, nos últimos meses, só tem sido possível com muita dificuldade, com o FPM, manter os principais serviços como: Saúde, educação, limpeza, manutenção de estradas e o pagamento da folha de pessoal.

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (18) o resultado da mais recente pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes: Jair Bolsonaro (PSL) mantém a liderança com 59%. O petista Fernando Haddad (PT) tem 41%.  No levantamento anterior, Bolsonaro tinha 58% e Haddad, 42%. Os seja, estão estáveis na margem de erro.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes: Jair Bolsonaro (PSL): 50% e Fernando Haddad (PT), 35%. Em branco/nulo/nenhum: 10%. Não sabem, 5%.

O Datafolha também levantou a rejeição dos candidatos. O instituto perguntou: “E entre estes candidatos a presidente, gostaria que você me dissesse se votaria com certeza, talvez votasse ou não votaria de jeito nenhum em”:

Os resultados foram: no caso de Jair Bolsonaro, 48% votariam com certeza. Talvez votassem 10%. Não votariam de jeito nenhum  41%. Não sabem, 1%.

Quando a Fernando Haddad, votariam com certeza 33%. Talvez votassem 12%. Não votariam de jeito nenhum 54%. Não sabe 1% do eleitorado.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 9.137 eleitores em 341 municípios dias 17 e 18 de outubro. Registro no TSE: BR-07528/2018, com nível de confiança de 95%. Os contratantes da pesquisa foram a TV Globo e a “Folha de S.Paulo”.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Datena entrevista Bolsonaro 

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse no fim da tarde desta quinta-feira (18) que não vai a debates marcados para o segundo turno das eleições. A informação foi reforçada pelo presidente do PSL, Gustavo Bebianno.

Pela manhã, os médicos Antonio Luiz Macedo e Leandro Echenique, ouvidos pela TV Globo, disseram em mensagem que o comparecimento de Bolsonaro a debates dependia dele. Ou seja, do ponto de vista clínico, o candidato estaria liberado.

Maioria defende que ele participe, segundo Datafolha: a participação do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) em debates na TV ou outras mídias é defendida por 73% dos eleitores, segundo pesquisa Datafolha publicada nesta quinta (18).

Em contraposição, 23% dos entrevistados defendem que o candidato não se submeta a esse tipo de confronto com Fernando Haddad (PT), seu adversário na corrida presidencial. Quatro por cento não souberam responder.

A questão foi levantada pela pesquisa após as ausências de Bolsonaro em cinco dos sete debates realizados no primeiro turno, justificadas pela condição médica do candidato, que fora esfaqueado durante ato público no início de setembro.

Entre os entrevistados pela pesquisa, 67% acham que é muito importante que sejam realizados debates, 13% dizem que é um pouco importante, 19% não veem importância na realização dos programas, e 2% não souberam responder a questão.

O número dos que acham muito importantes os debates entre os candidatos no segundo turno cai entre aqueles que pretendem votar em Bolsonaro -para 53%. Já entre os eleitores de Haddad, 86% avaliam que o confronto público entre eles, bem como a apresentação de seus programas é muito importante.

Quando questionados se há chance de mudança de voto por causa de debates, 76% dos eleitores dizem que não, 8%, que essa chance é pequena, 8%, que é média, e 6%, que é grande.

Dentre as irregularidades, a compra de mais de meia tonelada de alho além da recomendada para o cardápio da rede municipal

De posse de três relatórios de auditorias da Controladoria Geral da União – CGU, a vereadora da oposição, Zirleide Monteiro (PTB), afirmou na sessão de ontem na Câmara Municipal haver uma série de irregularidades praticadas pelo governo da prefeita Madalena Britto (PSB) na Secretaria de Educação.

Segundo a vereadora, a lista das irregularidades vão desde superfaturamento na compra de combustíveis, mais de R$ 23 mil de despesas realizadas sem comprovação; mais de R$ 170 mil em compras de produtos não licitados, alimentos comprados em quantidade inferiores as necessidades dos alunos e compra de alimentos superiores as estipuladas nos cardápios.

Zirleide citou como exemplo a compra de meia tonelada (576 quilos) de alho a mais do que a prevista no cardápio elaborado pelas nutricionistas da própria prefeitura. “Nem mesmo se fosse para combater uma infestação de vampiros precisaria de tanto alho em Arcoverde”.

De acordo com a parlamentar, as três auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União no âmbito da Secretaria de Educação da prefeitura de Arcoverde referem-se aos anos de 2013, 2014, 2015 e 2016.

“São irregularidades de toda forma. Danos ao erário público de toda ordem e valores. Uma verdadeira bomba que mesmo após os relatórios da CGU a prefeitura tentou responder. Respondeu alguns, mas as irregularidades foram constatadas e os danos ao erário, ao dinheiro do povo, ao dinheiro dos seus impostos que deveria estar levando uma alimentação adequada as necessidades dos alunos, infelizmente não estava”, disse a vereadora Zirleide em sua fala na sessão de ontem.

“Tem irregularidade no transporte dos alunos. Tem comida que dizem que compraram, mas nas escolas não tem a comprovação que chegaram. É uma série de absurdos que, infelizmente, demonstra que a educação é sim prioridade, mas não para os alunos”. Ela concluiu dizendo que nas próximas sessões vai detalhar cada mazela identificada pela CGU do governo Madalena a quem denominou de “governo das falsas propagandas”.

Vídeo mostra Eduardo Bolsonaro praticando tiro esportivo

Vídeo mostra Eduardo Bolsonaro praticando tiro esportivoFoto: Reprodução/YouTube

“Sessão de desestresse ontem no Clube e Escola de Tiro 38”. É com essa legenda que o deputado federal Eduardo Bolsonaro(PSL) aparece em um vídeo que mostra uma sessão de tiros em clube privado em Santa Catarina. As imagens foram publicadas no canal que leva seu nome no YouTube no dia 28 de agosto de 2016.

A data coincide com o uso de uma passagem do Rio de Janeiro para Florianópolis no dia 27 do mesmo mês. O voo foi comprado com verba da chamada cota parlamentar, a que todos os deputados federais têm direito, com a condição de que usem quando há interesse público.

Segundo a legislação que regulamenta o uso dos recursos, a cota é “destinada a custear gastos exclusivamente vinculados ao exercício da atividade parlamentar“. Eleito por São Paulo –e reeleito no início do mês como o deputado mais votado do estado–, o filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) fez viagens frequentes durante o mandato iniciado em 2015 para o litoral catarinense, onde tem amigos e pratica o tiro esportivo, e também para o Rio Grande do Sul, onde sua atual namorada, a consultora e psicóloga Heloísa Wolf, morava e estudava até julho do ano passado.

Entre outubro de 2015 e outubro de 2016, como é possível constatar em prestações de conta no sistema de transparência da Câmara, o gabinete de Eduardo pediu reembolso para 21 passagens que tinham como origem ou como destino Florianópolis e uma cidade vizinha, Navegantes. No mesmo período, a prestação de contas pede reembolso para outras 13 passagens que tiveram como destino ou como origem Porto Alegre e Caxias do Sul.

A reportagem entrou em contato com o gabinete do deputado na manhã de terça-feira (16) solicitando agendas que justificassem as viagens, mas até a noite desta quarta (17) não obteve resposta.

Em ao menos dez vezes, o intervalo entre os voos abrangeu o fim de semana. Em uma dessas viagens, a passagem foi usada em janeiro, durante o recesso parlamentar. O total da verba gasta com as passagens relativas apenas ao litoral catarinense é de R$ 21 mil. Já as passagens para o Rio Grande do Sul totalizam o uso de R$ 19 mil. As somas são referentes apenas ao período de 12 meses. Em duas ocasiões o uso da passagem foi destinada a funcionários do gabinete do deputado.

Eduardo gastou R$ 411 mil da cota parlamentar nestes meses, dos quais R$ 224,5 mil para passagens aéreas. Durante o mandato que se encerra no fim deste ano, além de passagens para esses destinos, Bolsonaro viajou para Fortaleza, João Pessoa, Salvador. No dia 17 de outubro de 2015, o deputado foi fotografado ao lado do pai e de outros dois amigos no Oktoberfest, em Blumenau (SC), todos eles sentados a uma mesa onde havia canecas e latas de cerveja.

Pai e filho estão vestidos com a famosa jardineira da Oktoberfest, que reproduz trajes alemães com suspensório, meias brancas sempre bem esticadas e chapéu. Um dia antes de posar com esta roupa, Eduardo comprou passagens para a capital catarinense e, no dia 18, a volta de Navegantes para o Rio. Os voos também foram adquiridos com recursos da cota parlamentar.

Nas prestações de contas do presidenciável Jair Bolsonaro não estão anexadas notas fiscais do mês de outubro de 2015 e por isso não foi possível saber se ele também pediu reembolso pelos tíquetes. A ida do deputado e do presidenciável foi registrada pela imprensa local na época.

Ao ser questionado pelo site O Blumenauense sobre sua participação na centopeia, uma bicicleta coletiva que vai passando por barris de cerveja, Jair Bolsonaro respondeu: “Fiquei quase três horas pedalando. Mas cheguei vivo, são e salvo no destino. Já recuperei meus dois dias de chope“.

No dia 10 de julho de 2016, Eduardo comemorou seu aniversário junto a amigos em um restaurante japonês em Camboriú (SC). Segundo as notas apresentadas, ele gastou R$ 642 para ir do Rio de Janeiro para Navegantes no dia 10 e R$ 1.405 para ir de Navegantes para São Paulo no dia 11.

Naquele ano, Eduardo não compareceu a 5,3% das sessões deliberativas na Câmara, sendo que 3,2% das ausências não foram justificadas. Em 2017 esse número foi de 11,8% e 10%, respectivamente. Em 2018, as ausências subiram para 13,1%, sendo que 8,2% não foram justificadas. Os dados são do portal da Câmara dos Deputados.

De acordo com declarações de bens entregues ao Tribunal Superior Eleitoral, Eduardo teve uma evolução patrimonial de 432% desde 2014. Em vídeo no YouTube ele disse que esse acúmulo de bens aconteceu porque o salário de deputado é superior à renda que tinha até então.

Presidenciáveis Jair Bolsonaro e Fernando Haddad

Presidenciáveis Jair Bolsonaro e Fernando HaddadFoto: Tânia Rego e Marcelo Camargo/Agência Brasil

Esta quinta-feira (18) deve ser de definições para os dois candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). É esperada para a tarde a avaliação de uma junta médica sobre o estado de saúde de Bolsonaro. A partir desses exames, o candidato do PSL disse que decidirá sobre sua participação em debates e viagens para fora do Rio de Janeiro.

Depois do ataque que sofreu em 6 de setembro, quando levou uma facada na barriga, Bolsonaro está com uma bolsa de colostomia, o que exige cuidados e mais atenção em situações de aglomeração de pessoas e eventual tumulto. Nos últimos dias, o candidato indicou que pode participar de dois debates até o segundo turno das eleições.

Haddad tem cobrado a participação do adversário nos debates. Segundo ele, quer “olhar olho no olho” de Bolsonaro. A junta médica deve ir ao Rio, na casa do candidato do PSL, como fez na semana passada. São médicos que o acompanharam no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O candidato do PT tem encontro, em São Paulo, com o grupo denominado Juristas pela Democracia, que reúne magistrados que apoiam seu nome neste segundo turno. Ao longo do dia, ele ainda tem conversas com grupos de defesa dos animais e concede entrevistas exclusivas para emissoras de rádio e televisão.

Haddad deve ir nesta sexta-feira (19) ao Rio e no fim de semana ao Nordeste. Os locais do Nordeste ainda vão ser definidos, mas ele deve escolher o Piauí, a Bahia e o Maranhão, onde os governadores são aliados do PT.

Inaldo Sampaio

Inaldo SampaioFoto: Colunista

Impulsionados pela força do bolsonarismo, dezenas de policiais civis e militares se elegeram para as casas legislativas do país. Em Pernambuco o saldo foi modesto, mas ainda assim o Estado não passou em branco. Elegeram-se os delegados Gleide Ângelo e Erick Lessa e o ex-soldado Joel da Harpa, sendo que a primeira foi a campeã de votos para a Assembleia Legislativa, obtendo votação recorde na história política do Estado. Os três estarão na linha de frente em defesa de suas instituições, assim como ex-secretário de Segurança, Antonio Moraes, delegado de polícia aposentado. São Paulo também surfou na onda bolsonarista, elegendo para senador o deputado federal Major Olímpio, filiado ao PSL, sem esquecer também que um cabo do Rio de Janeiro, Daciolo, que se elegeu à Câmara Federal em 2014 após liderar uma greve de bombeiros militares, disputou este ano a Presidência da República pelo Patriotas e obteve mais votos que Marina Silva. No entanto, o que chamou mesmo atenção foi a eleição de dois generais para deputado, um em São Paulo e outro no Rio Grande do Norte, defendendo as mesmas teses de Jair Bolsonaro para a área de segurança. Como eles já vestiram o pijama, nada mais os impede de participar do processo eleitoral, assim como faz o general Hamilton Mourão, vice do candidato líder nas pesquisas. Oxalá o discurso de alguns não contamine os que estão na ativa, nem resvale para o desrespeito à Constituição, dado que não deixa de ser preocupante o general Eliéser Girão Monteiro Filho, deputado estadual eleito pelo PSL potiguar, estar defendendo o impeachment e a prisão de ministros do STF que ordenaram a soltura do ex-ministro José Dirceu e os ex-governadores Beto Richa (PR) e Marconi Perillo (GO). Espera-se que se trate de um caso isolado, e que o futuro presidente da República fique longe disto. 

Faz parte da política
Sílvio Costa (Avante) disse ontem que sua reconciliação com o senador eleito Jarbas Vasconcelos (MDB) “faz parte da política”, e que não poderia se negar a apertar a mão de quem o procurou para fazer as pazes. Se isso “faz parte da política”, o deputado erro ao ter atacado Jarbas por ter-se aliado ao PT, porque, afinal de contas, isso também “faz parte da política”.

A vitória > Embora não tenha sido reeleita à Assembleia Legislativa, Laura Gomes (PSB) exaltou ontem a vitória do “socialismo democrático” em Pernambuco capitaneada pela eleição de João Campos para deputado federal e de Gleide Ângelo para estadual, ambos com mais de 400 mil votos. 

Apenas um > A partir de fevereiro, o município de Limoeiro terá apenas um deputado, Ricardo Teobaldo (Podemos), reeleito para a Câmara Federal. Seu irmão, José Humberto, deputado estadual e presidente regional do PTB, não foi reeleito, algo muito lamentado por seus colegas.

Nas ruas > Em muitas cidades do interior, a eleição municipal de 2020 já está nas ruas. Zeca Cavalcanti (PTB) para prefeito de Arcoverde, Guilherme Uchoa Júnior (PSC) para prefeito de Igarassu, Tony Gel (MDB) para prefeito de Caruaru, Augusto César (PTB) para prefeito de Serra Talhada, e assim por diante.

Tapa-buraco > Uma as primeiras ações do governo Paulo Câmara a partir de janeiro será a “operação tapa-buraco”, já que grande parte das rodovias estaduais está em estado deplorável. Esse compromisso foi assumido pelo governador reeleito em sua campanha eleitoral.