Agressor de 35 anos, identificado como Bruno Alves, está foragido.

    Agressor de 35 anos, identificado como Bruno Alves, está          foragido.Foto: Reprodução/Internet

A dona de casa Luciene Wanderley, 52 anos, esposa do idoso agredido pelo ex-fisiculturista Bruno Nunes Elihimas, 35 anos, no último sábado (29), declarou  nesta terça-feira (1º) que ainda teme pela vida do seu marido. Mesmo com a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), nesta segunda-feira (31), a esposa do guardador de carros acredita que devido à condição financeira do empresário, poderia haver represálias. “A justiça foi feita, mas por ele ter dinheiro, temos medo que alguém venha fazer algo pior. Temos medo dele voltar a trabalhar naquela área.” afirmou.

Sobre as acusações que o empresário fez, afirmando que William de Souza, 62 anos, teria intimidado sua companheira, já que ele prestava serviços para Carlos Zarzar, ex-companheiro dela, a dona de casa contesta essa versão. “Meu marido era contratado para passear com o cachorro de seu Carlos e ganhava R$ 50 por semana. Ele não conhece esse homem que bateu nele. Essa é a versão dele e terá que provar na justiça. Se o problema dele era com seu Carlos, porque não foi tirar satisfação com ele?”, disparou. 

Segundo Bruno, o flanelinha e Carlos, teriam intimidado tanto sua esposa como a ele mesmo. “Sofri ameaças de morte, inclusive com armas. Não quero justificar o que fiz, mas se fosse você, o que faria?”, declarou em entrevista ao programa Balanço Geral, da TV Clube, concedida na manhã de segunda (31), no mesmo do dia da prisão. O ex-fisiculturista disse que os dois teriam mantido sua esposa detida, sob coação, e a tensão teria feito com que sofresse um aborto. “O sonho de minha vida era ser pai, e eles destruíram. Eu não sou um monstro”. 

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