Monthly Archives: junho 2018

Michel Temer

                                      Michel Temer Foto: EVARISTO SA / AFP

impopularidade recorde de Michel Temer (MDB) se deve essencialmente à insatisfação com o desempenho do governoem geral e, em particular, na economia. A imagem pessoal do presidente e o desgaste causado por escândalos de corrupçãoque o envolvem são laterais, mostra pesquisa Datafolha.

Em levantamento realizado em 6 e 7 de junho, o instituto identificou que 82% da população considera a gestão Temerruim ou péssima, 14%, regular e 3%, ótima e boa. É o pior desempenho de um presidente desde o início da série histórica, em 1989. Depois de perguntar como avalia a gestão Temer, o Datafolha indagou o entrevistado sobre seus motivos, sem apresentar alternativas.

Entre aqueles que reprovam Temer, 51% citaram espontaneamente sua gestão na economia como razão para o descontentamento. Os aspectos mais criticados foram o desemprego (13%), os preços dos combustíveis (13%) e os impostos (10%). Não aprovam o desempenho do presidente de forma geral 21%, alegando motivos como ele “não ter feito nada pelos pobres” (7%) e despreparo ou incompetência (5%).

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Entre os entrevistados, 15% mencionaram corrupção e desonestidade como fundamentos da má avaliação, sendo que 7% classificaram Temer como corrupto ou ladrão. Os homens se incomodam mais com esses problemas (18%) do que as mulheres (12%). A imagem do emedebista foi citada por 5% da totalidade dos entrevistados como base da reprovação.

Em contraste com os atuais 82% de Temer, o governo Dilma Rousseff (PT) era considerado ruim e péssimo por 28% em junho de 2014, o que foi suficiente para a então presidente ser vaiada na Copa do Mundo, realizada no Brasil.
Dois anos depois, foi a vez de Temer, ainda interino, ser hostilizado na Olimpíada no Rio.

Em meados de 2016, durante o processo de impeachment de Dilma, ele prometeu comandar a retomada da economia, mas acabou por frustrar expectativas. Entre os 3% que disseram que a gestão Temer é boa ou ótima, 27% mencionaram seu desempenho na economia como razão para tanto.

O pente-fino na reprovação atual de Temer se choca com o discurso adotado pelo governo, segundo o qual a Lava Jato e o seu noticiário ofuscam avanços conquistados. No dia seguinte à publicação da pesquisa Datafolha que mostrou a impopularidade recorde de Temer, o ministro Raul Jungmann (Segurança Pública) afirmou, na segunda-feira (11), que “vazamentos representam um assassinato civil e político do presidente”.

Carlos Marun (Secretaria de Governo) disse que uma “conspiração asquerosa impede que a população associe à figura do presidente avanços altamente significativos”. Denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República durante o mandato, o emedebista é investigado por supostos recebimentos de propina e outras ilegalidades, as quais ele nega.

Mas são questões práticas, que afetam o dia a dia da população, que alavancam a insatisfação com o governo. Em sua pesquisa de campo, o Datafolha ouviu frases como a de uma mulher de 59 anos, no Rio de Janeiro, que reclamou da diminuição do poder de compra que o reajuste do salário mínimo abaixo da inflação causou em 2018. “Para pessoas de baixa renda, está tudo péssimo. Eles [governo] não ajudam as pessoas que mais necessitam. O salário mínimo não acompanha o aumento dos produtos”, protestou a entrevistada.

A saúde pública, sempre mencionada pela população entre suas principais queixas, foi citada por 11% dos que reprovam o governo Temer. Para as mulheres, o problema é mais grave (14%) do que para os homens (8%). Uma entrevistada de 47 anos reclamou, em Estiva Gerbi (SP), da “falta de remédios nos postos”, disse que “a saúde está ruim” e emendou um descontentamento generalizado. “Falta emprego. Os preços nos mercados estão caros. Muitos impostos.”

greve dos caminhoneiros foi citada por 6% dos entrevistados como motivo para a reprovação de Temer. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.824 pessoas de 16 anos ou mais, em 174 municípios no país.

Philippe Coutinho, uma das peça da Seleção na Copa

                                           Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Coutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus. Esta será a Seleção Brasileira que enfrentará a Suíça no domingo (17), na estreia na Copa do Mundo da Rússia. Foi o que sinalizou o treino desta quinta-feira (14), em Sochi. Esta formação, utilizada com sucesso por Tite em partidas em que o Brasil enfrentou seleções mais fechadas, mais recentemente na vitória sobre a Áustria (3×0), no último domingo (10), era a mais cogitada para a estreia contra os suíços.

Durante todos os treinos em Sochi, onde a Seleção está hospedada desde segunda-feira (11), Tite separou o elenco em dois grupos, realizando trabalhos mais leves com seus habituais titulares, enquanto os reservas faziam exercícios puxados de saída de bola e marcação pressão.

Mas, nesta quinta-feira (14), durante os 20 minutos em que a imprensa teve acesso à atividade, o técnico da Seleção resolveu não esconder o jogo e, sob os atentos olhares dos jornalistas, distribuiu os coletes aos jogadores, evidenciando sua preferência para a estreia.

Vaga é de Coutinho

Tite confirmou que Philippe Coutinho, que brigava pela última vaga de titular com Fernandinho, será o escolhido para enfrentar a Suíça, optando por um esquema mais ofensivo para o ataque do Brasil, que terá também Willian, Neymar e Gabriel Jesus. No meio, Paulinho, habitual trunfo da Seleção e acostumado a chegar na área para finalizar, terá responsabilidade mais defensiva, ajudando Casemiro a proteger a zaga brasileira.

Com a equipe definida, a última dúvida que paira sobre a Seleção é o estado físico do meia Fred. O reforço do Manchester United, que sofreu uma lesão no tornozelo na quinta-feira passada durante treino do Brasil em Londres, voltou a treinar em separado do restante do elenco no segundo campo à disposição dos comandados de Tite.

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Depois de um trote leve ao redor do campo, Fred deu sequências aos exercícios de força e arrancada que havia realizado na véspera, tudo sob as orientações dos preparadores físicos da Seleção. Resta saber se o meia terá condições de viajar com o Brasil na sexta-feira (15) para Rostov-on-Don, palco do jogo de estreia da Seleção contra os suíços. Após o duelo contra a Suíça, o Brasil, cabeça de chave do Grupo E, enfrentará a Costa Rica, em São Petersburgo (22 de junho) e a Sérvia, em Moscou (27).

Plenário do STF debate constitucionalidade de conduções coercitivas

                                              Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A condução coercitiva para interrogatório, que ficou famosa na Lava Jato, é inconstitucional e fere o direito do investigado de ficar em silêncio e de não produzir provas contra si mesmo, decidiu a maioria do Supremo Tribunal Federal nesta quinta-feira (14). Seis ministros votaram por proibir esse instrumento: Gilmar Mendes (relator), Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello.
Cinco votaram pela legitimidade da medida: Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Os magistrados julgaram duas ações que questionam as conduções coercitivas para interrogatório. As ações foram ajuizadas pelo PT e pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que sustentam que a medida viola o direito dos suspeitos de permanecer em silêncio e de não se autoincriminar.

Desde dezembro passado, as conduções coercitivas para esse fim estão suspensas por uma liminar de Gilmar. Nesta quinta, a maioria dos ministros manteve a liminar e decidiu o mérito da questão, proibindo em definitivo que a polícia leve coercitivamente pessoas investigadas para depor.

Gilmar, Toffoli, Lewandowski e Marco Aurélio enfatizaram em seus votos um ponto em comum: que um sistema penal punitivista afeta também pessoas pobres, e não só políticos corruptos. “A legislação não se aplica somente àqueles envolvidos em possível prática de corrupção, não se aplica somente ao crime do colarinho branco. Não são apenas esses que são conduzidos [pela polícia]. São os envolvidos em geral em prática criminosa. Queremos no Brasil dias melhores? Queremos todos nós. Mas não podemos partir para o justiçamento, sob pena de não ter-se mais segurança jurídica, vivendo a sociedade a sobressaltos”, disse Marco Aurélio.

Ao votar, Lewandowski louvou a “jurisprudência garantista” da corte e mencionou decisões recentes nesse sentido, como o habeas corpus que liberou da prisão mulheres grávidas que cometeram crimes de menor potencial ofensivo. “É chegado o momento em que o Supremo, na tutela da liberdade de locomoção, impeça interpretações criativas que atentem contra o direito fundamental de ir e vir e contra a garantia do contraditório, da ampla defesa e da não autoincriminação”, afirmou Toffoli.

Na semana passada, quando o julgamento começou, Gilmar classificou as conduções coercitivas de “novo capítulo da espetacularização da investigação que ganhou força no país”. “Combate à corrupção tem que ser feito nos termos estritos da lei. Quem defende direito alternativo para combate à corrupção já não está no Estado de direito”, sustentou.

Vencidos
Moraes, Fachin, Barroso e Fux votaram pela legalidade do instrumento, ressaltando que deve ser garantido ao investigado o direito de ficar em silêncio e de ser assistido por seu advogado. O voto de Moraes foi mais restritivo. Para ele, a condução coercitiva para interrogatório só é permitida quando o investigado tiver sido intimado previamente e não tiver comparecido.

Já Fachin, Barroso e Fux admitiram essa hipótese e, além dela, que a condução pode ser empregada em substituição às prisões cautelares (temporária ou preventiva) -tipo de uso que foi comum nas operações da Lava Jato sob responsabilidade do juiz Sergio Moro. O argumento dos ministros era que, em benefício do suspeito, o juiz poderia trocar uma medida mais gravosa (prisão) por outra menos gravosa (condução) se entendesse ser suficiente para a investigação.

“Compreendo possível e constitucionalmente adequada a condução coercitiva […] sempre que for em substituição a uma medida cautelar mais grave, como a prisão temporária ou preventiva, por conveniência da instrução penal”, afirmou Fachin, relator da Lava Jato no STF, legitimando as práticas da operação.

Essa posição, contudo, foi vencida. Fachin e Barroso disseram, ao votar, que há um discurso corrente em prol da manutenção de um sistema penal leniente com crimes de colarinho branco que vem disfarçado de preocupação com os direitos dos mais pobres.

“Entendo ser o sistema criminal no Brasil notadamente injusto e desigual. Há rigor excessivo contra uma parcela desabastada da população e injustificada leniência quando criminosos estão às voltas com práticas de corrupção”, declarou Fachin. O “surto de garantismo”, na verdade, “é um mal revestido de bem”, afirmou Barroso.
Agentes da Lava Jato dizem acreditar que, com o fim desse instrumento, o número de prisões temporárias deve aumentar.

Uma  equipe de policiais civis coordenada pelo Delegado Ubiratan Rocha Fernandes, Titular de Afogados da Ingazeira, deu cumprimento ao Mandado de Prisão contra Maycon dos Santos Silva.

Ele é acusado de participação direta na morte de Saturnino Félix da Silva, o Neguinho da Caravan. A prisão aconteceu em Lage Grande, município de Tavares, Paraíba.

Segundo a polícia, várias provas foram colhidas que confirmam sua participação no delito. Ele é acusado de executor do crime, tendo disparado contra a vítima.

Após os procedimentos  de praxe o mesmo fora recolhido a cadeia Pública de Afogados da Ingazeira -PE.

É a terceira prisão relacionada ao caso. Em maio, foram presos Edivam Ferreira Torres e Edilson Amado Feitosa. As prisões, segundo a PM, foram realizadas nas cidades de Princesa Isabel e Tavares, no Estado da Paraíba.

Neguinho tinha 62 anos e  foi morto a tiros, no bairro São Braz, na Rua Waldecy Xavier de Menezes. Ele estava sentado dentro do seu veículo, na frente da sua residência. Acabara de chegar em casa com  a esposa quando foi alvejado.

Entre os dias 28 de junho e 01 de julho, acontece a XIV Expoagro de Afogados da Ingazeira. A feira de exposição de animais e de produtos agropecuários, será no Centro desportivo Dr. Lúcio Luiz de Almeida e tem apoio do Projeto Desenvolvimento e Inclusão Produtiva do Semiárido, da Unidade do Sebrae no Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica.

O evento, que visa dar acesso ao mercado local e regional, bem como proporcionar geração de negócios terá uma novidade. “Durante a Expoagro, vamos realizar o Sertão do Pajeú Mais Produtivo, com uma programação de palestras que começam no dia 29 de junho e se estendem até dia 30”, conta a analista do Sebrae de Serra Talhada, Auxiliadora Vasconcelos.

As palestras ofertadas pelo Sebrae serão Planejamento no Manejo Alimentar de Caprino e Ovinos – Consultor Valderedes Martins; Planejamento no Manejo Sanitário de Caprino e Ovinos – Analista Técnico Gilberto Lago e Planejamento Reprodutivos de Caprinos e Ovinos – Consultor Leonardo Costa Gomes.

“Estamos trazendo palestras dentro das temáticas do Projeto Sertão Mais Produtivo, a fim de fomentar ainda mais o desenvolvimento sustentável do semiárido”, explica Auxiliadora.

O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira e conta com a parceria do Sebrae, IPA, ProRural, ITEP, SARA, ADdiper, SEMPETO, PAJELATE, CCODJA  e Associação dos criadores de caprinos e ovinos.

As inscrições para as palestras são gratuitas e podem ser realizadas no Sebrae de Serra Talhada ou no local do evento. Maiores informações pelos números: (87) 3831-1552 ou (87) 3831-2496.

Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo

PT e PSB negociariam apoios regionais. Em Pernambuco, os socialistas precisam que o PT os apoie, vetando a candidatura própria de Marília Arraes. Em troca, o PSB poderia retirar a pré-candidatura de Marcio Lacerda em Minas Gerais, apoiando a reeleição do petista Fernando Pimentel (PT-MG).

Os dois partidos discutem alianças em sete estados: Pernambuco, Acre, Rio Grande do Norte, Amapá, Paraíba, Bahia e Sergipe.

O PT também almeja o apoio do PSB na campanha presidencial —mas integrantes da legenda socialista acreditam que os petistas já respirariam aliviados com a simples neutralidade, evitando que os socialistas se aliassem a Ciro.

Já com o PDT de Ciro Gomes os socialistas estão afinados no Espírito Santo, Distrito Federal, Ceará, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Fies

                                        Foto: Luna Markman/ FolhaPE

Os estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que estiverem devendo às instituições de ensino nas quais estão matriculados poderão negociar o parcelamento da dívida em até 18 meses, de acordo com resolução publicada nesta quarta (13) pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), no Diário Oficial da União.

Segundo o FNDE, até o ano passado, era preciso estar quite para fazer a renovação do contrato do Fies. Agora, o estudante terá que pelo menos ter feito a negociação do pagamento antes da renovação.

Além disso, o FNDE fixou em 30% da parcela o valor máximo que poderá ser cobrado por mês. Ou seja, se um aluno atrasou o pagamento de uma mensalidade de R$ 100, ele poderá pagar até R$ 30 junto com a próxima parcela mensal.

O Fies é um programa do governo que financia mensalidades em instituições privadas de ensino a condições especiais. As regras publicadas hoje valem para os valores pagos para as instituições de ensino pelos estudantes que não têm financiamento de 100%. Eles devem pagar todos os meses uma parte da mensalidade às instituições.

A partir deste semestre, para evitar cobranças abusivas, o Ministério da Educação (MEC) determinou que os pagamentos passem pela Caixa Econômica Federal, antes de serem transferidos para as instituições privadas de ensino.

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A resolução estabelece que a renegociação será operacionalizada pela internet. O agente financeiro terá 120 dias para criar e disponibilizar esse portal, por meio do qual o estudante poderá solicitar a renegociação e a instituição de ensino, validar o pedido. O estudante que deixar de pagar uma mensalidade já é considerado inadimplente e deve buscar a renegociação.

De acordo com o FNDE, a expectativa é que as renovações dos contratos do Fies sejam feitas a partir de agosto. Por ser um dado que cabe a cada instituição de ensino, a autarquia diz que não tem o número total de estudantes atualmente em atraso.

Financiamento máximo e mínimo
Também hoje foram publicadas as resoluções que tratam da garantia de pelo menos 50% de financiamento pelo Fies e do teto de R$ 42.983,70 por semestre. Ambas medidas foram anunciadas na semana passada pelo ministro da Educação, Rossieli Soares.

O limite foi estabelecido para que cursos com mensalidade de R$ 7 mil possam voltar a ser financiados pelo programa – que havia reduzido o teto para R$ 5 mil. Com isso, estudantes de medicina, por exemplo, que se enquadrem nas regras do Fies poderão contar com o benefício.

Segundo o ministro, o piso foi fixado para tornar o Fies mais atraente. Até este semestre, o sistema podia calcular o percentual da mensalidade que seria financiado conforme a renda do estudante e outros critérios. O financiamento poderia chegar a 8%, por exemplo.

As regras valem a partir do próximo semestre. Os estudantes que contrataram o Fies com porcentagem inferior a 50% poderão pedir para entrar na nova regra.

As mudanças foram feitas no chamado Fies público. Neste ano, 100 mil vagas serão ofertadas nessa modalidade, com juro zero e financiadas diretamente pelo governo. As vagas são destinadas a estudantes com renda familiar per capita de até três salários mínimos, ou R$ 2.862.

Secretário executivo de Defesa Social Humberto Freire

                                 Foto: Rafael Furtado / Folha de Pernambuco

Para garantir o reforço na segurança pública durante os festejos juninos, o Governo de Pernambuco investe R$ 2,55 milhões, um aumento de 10% em relação ao São João de 2017. O esquema especial de segurança teve início no dia 1° de junho e se estende até o dia 1° de julho.

São cerca de 30 mil postos de trabalho distribuídos pelo estado, um efetivo que conta com policiais civis e militares, bombeiros e representantes do Judiciário. Lembrando que cada posto de trabalho significa uma escala de plantão e, não necessariamente, um policial.

Assim, o número do efetivo é 22% maior que o do ano passado, segundo o secretário executivo de Defesa Social, Roberto Freire. E a distribuição do efetivo é feita a partir de análises realizadas pela SDS em parceria com as prefeituras, levando em consideração o tamanho dos eventos e expectativa de público. O foco se dá no interior, onde há maior concentração de pessoas nas festa, principalmente em Caruaru, Arcoverde e Petrolina.

Somente a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) ativou 22.478 escalas de plantão para o período completo da Operação São João. Apenas para os dias 22, 23 e 24 de junho, são 6.211 postos de trabalho mobilizados. As equipes de policiamento ostensivo estarão distribuídas nos focos de animação, em viaturas de quatro rodas, motocicletas, a cavalo e a pé.

Mas é o período anterior ao São João que concentra a maioria dos plantões, com 12.928 postos de trabalho entre todas as operativas da SDS. Enquanto que nos principais dias de festa, de 22 a 24 de junho, o efetivo empregado será de 9.938 postos. E, no pós-São João, de 25 de junho a 1° de julho, serão 7.172 escalas preenchidas.

operação ainda conta com duas aeronaves e duas plataformas de observação elevada, que são caminhões equipados com várias câmeras. Além de seis unidades móveis da Polícia Civil, duas delas em Caruaru, uma no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga e outra no Alto do Moura, mas somente em dias de festa. As demais serão alocadas na Sítio da Trindade (Recife), Gravatá, Petrolina e Araripina.

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“Assim como ocorreu no Carnaval deste ano, a Polícia Civil e as demais operativas da SDS estão preparadas para fornecer ao cidadão pernambucano e todo aquele que estiver no estado o São João mais pacífico dos últimos dez anos”, afirma o chefe da Polícia Civil, Joselito Amaral.

Delegacia Virtual

Amaral ainda relembra que vítimas de furto, roubo ou assalto de até 40 salários-mínimo poderão registrar o Boletim de Ocorrênciaatravés da página da Delegacia pela internet, da SDS.

Para garantir a segurança dos aparelhos celular, Joselito reforça o pedido para que os cidadãos façam o cadastro de seus aparelhos no Alerta Celular. Basta digitar *#06#, para conseguir o número do IMEI de seu aparelho e com esse número em mãos realizar o cadastro na página do Alerta Celular.

Postos de trabalho

A “venda” das folgas dos policiais vai garantir o efetivo de 30 mil postos de trabalho, entretanto, o secretário Roberto salienta que não é permitido que as escalas de trabalho ordinária e extraordinária sejam emendadas. “Tem de haver um período de descanso para garantir a qualidade da prestação de serviço profissional”.

Queimados

O diretor integrado do Corpo de Bombeiros, Coronel Hilário, reforça o aviso de que as crianças sejam supervisionadas por adultos quando forem manusear fogos de artifício. Ele ainda alerta para que adultos evitem manejar os fogos sob o efeito de bebidas alcoólicas.

Ministro Luiz Fux

                                              Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fuxconcedeu nesta quarta (13) prazo de 48 horas para que a Presidência da República e órgãos do governo federal se manifestem sobre a ação na qual a Associação do Transporte Rodoviário de Carga do Brasil contesta a resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que tabelou os preços mínimos de fretes para o transporte rodoviário.

Após receber as informações, o ministro vai julgar a ação. Conforme a decisão, a ANTT; o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE); a Secretaria de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência, do Ministério da Fazenda; e o presidente Michel Temer, na condição de chefe do Executivo, deverão enviar suas alegações ao Supremo. O procedimento de solicitação de informações é praxe em ações constitucionais em tramitação na Corte.

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Na ação de inconstitucionalidade, a associação alegou que a norma da ANTT violou o princípio constitucional da livre iniciativa ao interferir na atividade econômica, segundo a entidade.

O tabelamento do frete foi uma das reivindicações de caminhoneiros atendidas pelo governo no fim do mês passado para tentar pôr fim à paralisação que durou 11 dias, afetando amplos setores da economia.

acordo também é contestado judicialmente pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que entrou com ação no STF para suspender os efeitos da Medida Provisória 832, que estabeleceu preços mínimos para o serviço de frete prestado pelos caminhoneiros. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi outra entidade que manifestou intenção de buscar o Supremo contra o tabelamento.

O tabelamento com os novos valores mínimos para o frete o rodoviário no país já havia sido derrubado em decisão liminar de juiz federal no Rio Grande do Norte. A decisão, entretanto, foi suspensa pelo vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), desembargador Cid Marconi Gurgel de Souza.

Vacinação contra a gripe

                                   Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasil

Ministério da Saúde anunciou, na tarde desta quarta-feira (13), que a campanha de vacinação contra a gripe terá continuidade até 22 de junho. O governo decidiu prorrogar a campanha devido ao baixo índice de comparecimento: 77% do público-alvo foi vacinado. O número é considerado baixo pela pasta, que estabeleceu como meta a cobertura de 90% dessa população, o que equivale a 54 milhões de pessoas. Desde o início da campanha, no dia 23 de abril, 42,6 milhões de pessoas foram vacinadas.

região Sudeste é a que possui menor cobertura até agora: 71% do público prioritário foi protegido. Na sequência, estão Norte (72%), Sul (81,3%), Nordeste (84%) e Centro-Oeste (91,4%). Em estados como Roraima, Rio de Janeiro, Rondônia e Rio Grande do Sul, a baixa cobertura vacinal é ainda mais preocupante. Neles, os percentuais chegam a 53,59%, 57,29%, 70,91% e 77,82%, respectivamente. Apenas Goiás, Amapá e Ceará ultrapassaram a meta de 90%.

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Segundo o ministério, a situação acende um alerta, dada a proximidade do inverno, período de maior circulação do vírus da gripe. Além disso, neste ano, já foram contabilizados 2.715 casos de influenza, mais do que o dobro do que foi registrado no mesmo período do ano passado (1.227). As mortes decorrentes da doença também aumentaram: passaram de 204, em 2017, para 446, em 2018. Apesar do crescimento, os números estão distantes dos que foram registrados em 2016, quando houve forte incidência da influenza no Brasil, quando foram 12.174 casos e 2.220 óbitos derivados deles.

“Nós entendemos que a estratégia é: atuação mais proativa para ir buscar esse público-alvo”, afirmou o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, que citou iniciativas de vacinação e de conscientização envolvendo imprensa, escola e agentes comunitários de saúde como exemplos.

Público-alvo
O público prioritário da campanha é composto por idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a 5 anos, trabalhadores em saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes e mulheres que tenham tido filhos há 45 dias, bem como pessoas privadas de liberdade. Crianças e gestantes são os grupos que registraram menor cobertura vacinal neste ano, assim como ocorreu no ano passado. Na região Sudeste, por exemplo, menos da metade (48,95%) das crianças que devem ser vacinadas foram imunizadas. Já o percentual de gestantes atingiu 54%.

“Essas são as pessoas com uma imunidade menor do que as demais”, disse o ministro. Ele destacou a necessidade de um maior envolvimento da população, especialmente no caso das crianças, devido à dependência de adultos para que as levem até os postos.

No caso da região Centro-Oeste, o grupo mais vulnerável à doença é o formado pela população indígena, cujo percentual de vacinação alcançou 74,1%. Também nesta região, que já conseguiu ultrapassar a meta de 90%, crianças e gestantes chegam a 76,29% e 75,02%, respectivamente, percentuais menores do que os dos demais grupos prioritários. “Esse alerta a gente faz para que esses grupos tenham como procurar os postos de vacinação para efetuar sua proteção”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Osnei Okamoto.

Estoques de vacinas
meta de vacinação do Brasil supera a de 80% fixada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas o Ministério da Saúde garantiu vacinas para todas as pessoas que integram o público prioritário da campanha. De acordo com Mauro Junqueira, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), todos os municípios têm as doses disponíveis, inclusive em lugares de difícil acesso, como na Região Norte.

A partir do dia 25 de junho, poderão ser vacinados outros grupos etários, como crianças de 5 a 9 anos e adultos de 50 a 59. A vacinação desse público dependerá da disponibilidade das doses nos municípios.

Além da vacinação, cuidados com a higiene podem ajudar a população a se prevenir. Lavar e higienizar as mãos com frequência, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca, não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e pratos, e manter os ambientes bem ventilados são algumas das medidas sugeridas pelo ministério.

A imagem pode conter: 6 pessoas, pessoas sentadas e área internaOntem (13), a reunião da Câmara de Vereadores de Custódia teve a participação da ex-Secretária de Educação, Ednalva Oliveira, a ex-Diretora de Ensino Renata Pereira e a ex-Diretora Lucymere, todas usaram a tribuna para externar novamente como entregaram na transição de governo a Secretaria de Educação e as unidades de ensino, em detalhes, com documentos e fotos , tudo entregue aos Vereadores de forma incontestável.

Receberam as desculpas do Vereador Nidinho, pelas palavras usadas de forma dura na sessão anterior, o Vereador por sua fez, reconheceu ter usado as palavras erradas, e, hoje elogiou a ex-secretária, ex-secretários e ex-diretores.

Todos os Vereadores elogiaram o trabalho e a forma como os ex-gestores entregaram o patrimônio da Prefeitura. O Vereador Cristiano Dantas, além de parabenizar os ex-gestores pela forma de trabalho e como repassaram o patrimônio do município , falou ser “impossível comparar a Ex-secretária Ednalva Oliveira com quem não existe”, se referindo a secretária atual de Educação do municio, que diferente de Ednalva Oliveira , se nega a comparecer a Câmara de Vereadores.

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Inaldo Sampaio

                                       Inaldo Sampaio Foto: Colunista

Ciro Gomes já começa a ser alvo de “patrulhas” por ter iniciado conversas com o deputado Rodrigo Maia e o senador Ciro Nogueira, presidentes nacionais do DEM e do PP, respectivamente. Ao mesmo tempo pisou na bola ao afirmar que só fecharia acordo com esses dois partidos após acertar-se com o PSB e o PCdoB, suas principais prioridades, para assegurar a “supremacia moral” da chapa. Ora, todo mundo sabe que os nossos partidos perderam credibilidade enquanto “porta-vozes” de parcelas da sociedade, que em todos militam salafrários e homens de bem e que qualquer candidato que se eleger presidente da República vai precisar do apoio de muitos deles para constituir maioria no Congresso, sob pena de não governar. Isso não é e não deveria ser novidade para ninguém. Fernando Henrique Cardoso que se elegeu presidente em 1994 com o carimbo de “esquerdista” teve que ceder a vaga de vice a Marco Maciel e dois ministérios ao senador Antonio Carlos Magalhães, então rotulado como “símbolo da direita”, para poder ter o PFL ao seu lado. E Luiz Inácio Lula da Silva, que o sucedeu em 2002 como representante das “esquerdas”, foi obrigado a ceder ministérios ao que há de mais fisiológico no Congresso Nacional: PP, PTB, PR, PRB, etc. Ou faria isso ou não governaria. Com o próximo presidente da República não será diferente, a menos que se mude o povo ou o nosso sistema eleitoral. Ele terá que dialogar com todas as forças para tentar unir o Brasil e garantir-se o mínimo de governabilidade. Ou, do contrário, vira um zumbi no Palácio do Planalto.

Debate improdutivo
O senador Armando Monteiro (PTB) define como “coisa de marqueteiro” o discurso de políticos do PSB, entre eles Paulo Câmara, rotulando seus aliados como “palanque de Temer”. O deputado Mendonça Filho (DEM) saiu em seu socorro dizendo que, se for por isso, o também deputado Jarbas Vasconcelos (MDB), pertence ao mesmo partido do presidente da República.

Decisão difícil > O ex-vereador Fernando Aragão (PTB) perdeu a eleição para prefeito de Santa Cruz do Capibaribe por menos de mil votos e já teria o apoio de Armando Monteiro para ser o candidato do PTB em 2020. O danado é que o senador tem outro aliado forte no município que também sonha com a prefeitura: o ex-deputado José Augusto Maia.

Vaga segura > Assessores de Paulo Câmara já se convenceram de que serão obrigados a ceder uma vaga na chapa majoritária da Frente Popular ao PP: ou a vice ou uma vaga de senador, sob pena de ele migrar para a oposição. O candidato poderá ser ele próprio ou o aliado Sebastião Oliveira (PR).

Medo da perda > Após ter vazado a notícia do seu distanciamento do PTB, o deputado Sílvio Costa (Avante) teme perder o apoio de políticos desse partido que já fecharam com ele para senador, entre os quais o deputado Álvaro Porto e o prefeito de Tabira Sebastião Dias.

Time do 1% > O “time do 1%” (nas pesquisas de opinião) recebeu o reforço do ex-presidente do Sebrae Guilherme Afif Domingos. Jogam nesse time Henrique Meirelles, Rodrigo Maia, João Almoêdo, Flávio Rocha, João Goulart Filho, Paulo Rabelo de Castro, Manuela D’Ávilla e Aldo Rebelo. Os quais, sem tempo de televisão, tendem a continuar com 1%, caso não desistam.

Plano de saúde

                                Plano de saúde Foto: Divulgação

Liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo determina que o reajuste dos planos de saúde individuais e familiares de todo o país devem ser de 5,72%, no máximo, em 2018. A Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) deverá aplicar a inflação setorial de saúde como teto para a correção.

aumento autorizado não poderá ultrapassar o percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA) relativo à saúde e cuidados pessoais. A decisão foi proferida na terça-feira (12) pelo juiz José Henrique Prescendo, da 22ª Vara Cível Federal de São Paulo, que acatou pedido do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

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A Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Idec teve como base relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) que aponta distorções, abusividade e falta de transparência na metodologia usada para calcular o percentual máximo de reajuste de 9,1 milhões de beneficiários de planos individuais. Em 2015, 2016 e 2017, os reajustes permitidos pela agência superaram 13% ao ano.

“A decisão faz justiça a milhões de consumidores lesados pela agência, seja por impedir que uma metodologia equivocada continue prejudicando consumidores em todo o país, seja por reconhecer que a agência vem, há anos, faltando com a transparência e privilegiando os interesses das empresas em detrimento dos consumidores”, afirmou a presidente do Conselho Diretor do Idec, Marilena Lazzarini.

Segundo o Idec, a metodologia utilizada pela ANS para calcular o índice é a mesma desde 2001 e leva em consideração a média dos percentuais de reajuste aplicados pelas operadoras aos planos coletivos com mais de 30 usuários.

“O problema, constatou o TCU, é que os reajustes dos planos coletivos, base para calcular o aumento dos individuais, são informados pelas próprias operadoras à ANS e sequer são checados ou validados de forma adequada pela agência”, disse o Idec, em nota.

ANS
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disse, em nota, que vai recorrer da decisão proferida da Justiça. “A agência reguladora repudia ações desprovidas de fundamentação técnica que acabam causando comoção social e viés pró-judicialização de temas sob responsabilidade do órgão.”

Segundo a ANS, as decisões do órgão são baseadas em informações técnicas. “É preciso considerar que o setor de planos de saúde possui características específicas que influenciam a formação do percentual de reajuste, como a variação da frequência de utilização e variação de custos em saúde, crescente em todo o mundo.”

Aleksandr Golovin é um dos destaques da seleção russa

                           Foto: Alexander Nemenov/AFP

Rússia e Arábia Saudita se enfrentam nesta quinta-feira (14), às 12h (de Brasília), pela partida inaugural da Copa do Mundo de 2018. O jogo, que acontece no estádio Lujniki, em Moscou, é válido pelo Grupo A e é decisiva para as pretensões de ambas as seleções no torneio.

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Com o Uruguai sendo favorito à primeira colocação da chave, a disputa da segunda vaga promete ser acirrada. Por ser o país-sede, a Rússia terá a força de seus torcedores. Mas o desempenho em campo não corresponde a uma boa expectativa para a equipe.

A última vitória da Rússia aconteceu em outubro do ano passado, contra a Coreia do Sul. Depois disso, foram sete partidas, com quatro vitórias e três empates.

Rússia também tenta quebrar um tabu, pois, desde a dissolução da União Soviética, o país nunca passou da primeira fase. Os russos fracassaram em 1994 (EUA), 2002 (Japão e Coreia do Sul) e 2014 (Brasil). Antes disso, os soviéticos chegaram às quartas de final em três oportunidades e ficaram em quarto lugar em 1966.

A Arábia Saudita já chega à Copa com um tabu quebrado, pois não participava de um Mundial havia 12 anos. Em suas quatro participações consecutivas, chegou às oitavas de final em 1994 e parou na fase de grupos em 1998, 2002 e 2006.

O desempenho na reta final de preparação não é tão otimista, pois os sauditas vêm de três derrotas seguidas. Neste ano, foram nove partidas disputadas, com três vitórias, um empate e cinco derrotas.

No jogo de abertura, as atenções também estarão voltadas para a arbitragem, pois será o primeiro com a participação de um juiz de vídeo na história das Copas.

Ficha técnica:

Rússia Akinfeev; Smolnikov, Kutepov, Ignashevich; Samedov, Zobrin, Gazinskiy, Zhirkov; Dzagoev, Smolov, Golovin. T.: Stanislav Tchertchesov

Arábia Saudita Al Maiouf; Al Shahrani, Os Hawsawi, Om Hawsawi, Al Hardi; Otayf, Al Shehri, Al Jassim, Al Faraj, Al Dawsari; Al Muwallad Al Harbi. T.: Juan Antonio Pizzi

Local: Luzhniki Stadium, em Moscou
Horário: 12h. Árbitro: Nestor Pitana (ARG). Assistentes: Juan Pablo Belatti e Hernan Maidana (Ambos da ARG). Transmissão TV: SporTV, TV Globo e Fox Sports

Juntas: mulheres lançam candidatura coletiva em Pernambuco. Foto: Divulgação

Integrantes do PSOL mulher, lançaram na quarta (12), candidatura conjunta; intuito é garantir um assento na Alepe e compartilhar o mandato

Pernambuco assistiu, na noite de quarta-feira (12), ao lançamento da chapa “Juntas” (Psol), a primeira co-candidatura por um mandato compartilhado no Estado: a jornalista Carol Vergolino (39); a ambulante Jô Cavalcanti (35); a militante Joelma Carla (19); a professora Kátia Cunha (43); e a advogada trans Robeyoncé Lima (29) lançaram-se coletivamente à disputa por uma vaga de co-deputada estadual na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A candidatura é inovadora e agrega tantas bandeiras, que é difícil saber por onde começar a elencar seus diferenciais. A primeira delas é a bandeira da participação da mulher na Política.

“O ambiente no Psol, com a candidatura de Guilherme (Boulos) e de Sônia (Guadalajara) tem sido não só receptivo, mas incentivado a nossa iniciativa. Se há alguma reação em outros partidos, isso é problema dos homens!”, diz, bem-humorada, Carol Vergolino, uma das co-candidatas da Juntas. A segunda grande inovação é o formato de mandato coletivo. Sim, porque não apenas a candidatura é coletiva, o mandato também! E, aqui, é importante ressaltar que o “coletivo” não se refere apenas às cinco co-candidatas, mas aos movimentos sociais que elas integram e aqueles que vierem a se juntar para construir sua candidatura.

“A gente tá convidando toda a sociedade civil para participar e ajudar a construir nossa campanha, que vai ser uma campanha coletiva, horizontal. E todas as pautas que a gente puder, a gente vai incorporar”, afirma Jô Cavalcanti, “cabeça” da chapa, isto é, co-candidata cujo nome constará da cédula. Inspirado na experiência da Gabinetona, mandato coletivo, feminista e de esquerda das vereadoras Áurea Carolina e Cida Falabella do Psol de Belo Horizonte, no mandato coletivo da co-deputada da Juntas, seu voto será determinado por um Conselho Político, a ser formado por representantes dos movimentos que integrarem a campanha.

Baixa representatividade

Apesar de representarem a maioria da população (51,6%), de acordo com dados do IBGE (2015), a participação das mulheres no Poder Legislativo no Brasil é uma das mais baixas do mundo: o mapa “Mulheres na Política” 2017, elaborado pela ONU Mulheres e pela União Parlamentar Internacional, colocam o Brasil na 167º posição, dentre 193 países, no ranking da participação feminina na política – consideradas representações ministerial, parlamentar e de mulheres em posições de liderança política (chefes de estado ou de governo).

Na Câmara dos Deputados, a representação feminina é de menos de 10% (45 dos 468 deputados) enquanto no Senado esse índice sobe para 16% (16 dos 81 senadores). Em Pernambuco, a estatística não é muito diferente: na Assembleia a representação feminina é de cerca de 12% (6 dos 43 deputados), enquanto na Câmara do Recife o índice é de cerca de 15% (6 dos 33 vereadores).

Levantamento da Agência Lupa, realizado em março, revelou que, apesar da lei que determina uma cota de 30%, o número de candidatas eleitas não mudou no Brasil. De acordo com o estudo, “enquanto as candidaturas femininas em eleições gerais cresceram de 14% em 2002 para 31% em 2014, o número de mulheres eleitas teve inclusive uma leve queda: passou de 11,2% em 2002 para 10,8% em 2014.

Uma das explicações para isso esteja no fato de que os recursos direcionados a essas campanhas não tenham crescido proporcionalmente ao número de candidaturas: em 2002, representavam 9,2% do total (para 14% das candidaturas) e, em 2014, 11,6% (para 31% das candidaturas). Para corrigir essa distorção, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixou que, nestas eleições de 2018, os partidos devem garantir ao menos 30% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e do tempo de propaganda gratuita para candidaturas femininas – o que provocou reações contrárias nos partidos. Mas não parece ser o caso do Psol.

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Do blog de Jamildo

O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco denunciou nesta quarta-feira (13) a prefeita de Brejão, Beta Cadengue (PSB), por campanha eleitoral antecipada em benefício do pré-candidato a deputado federal João Campos (PSB), filho do ex-governador Eduardo Campos.

Na ação contra a prefeita Beta Cadengue, é relatado que no último dia 1º de março, o nome de João Campos foi divulgado durante festa em comemoração aos 60 anos da emancipação política do município, por meio de letreiro luminoso com efeito outdoor, o que é proibido por lei, segundo o MPE.

“Não resta dúvida de que a conduta ostenta nítido caráter eleitoreiro, porquanto busca a representada, de modo ostensivo e prematuro, impulsionar a potencial candidatura de João Campos no pleito que se avizinha”, diz a denúncia apresentada pelo procurador regional eleitoral substituto Wellington Cabral Saraiva.

Segundo o procurador, a associação do nome de João Campos por meio de letreiro luminoso, aos shows das atrações musicais da festa, os cantores Belinha Lisboa e  Ciel Rodrigues, “configura propaganda eleitoral antecipada”.

“Propaganda eleitoral antecipada está configurada devido à aparição em letreiro luminoso com efeito outdoor, fixado no palco do espetáculo, do nome do pré-candidato João Campos em evento festivo no Município de Brejão, que correlaciona o nome dele aos shows promovidos em comemoração à emancipação política da cidade”, afirma o procurador.

Ainda de acordo com a denúncia, o socialista, que ainda ocupava o posto de chefe de gabinete do governador Paulo Câmara (PSB) à época, não chegou a participar do evento, mas se beneficiou da campanha antecipada, segundo a ação do MPE. No documento, é anexada uma publicação de Campos no seu perfil do Facebook sobre a impossibilidade de comparecer ao festejo da cidade, onde há uma imagem dele ao lado da prefeita.

“Simples comparecimento do pré-candidato ao evento festivo, o que não ocorreu, não configuraria irregularidade”, afirma na denúncia o procurador.

Ao Blog de Jamildo, a prefeita Beta Cadengue negou a acusação e disse que ainda não foi notificada. “Eu acho que não teve (campanha antecipada). Como a gente vai fazer uma campanha antecipada sabendo que eu posso me prejudicar e prejudicar um candidato? Lógico que eu não faria isso”, disse.

O Blog entrou em contato com assessoria de João Campos e aguarda resposta.

O deputado federal e pre candidato ao senado Silvio Costa (AVANTE), tirou a semana para visitar lideranças do sertão do Pajeú. A caminhada do político que se apresenta como “o Senador de Lula”, tem rendido a conquista de apoios nos mais diferentes partidos dos municípios sertanejos e em todos eles recebeu promessa de apoio do prefeito ou da oposição.

Ontem ao conceder entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Silvio Costa revelou a confirmação de voto do prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), de Solidão, Djalma Alves (PSB), e de Santa Cruz da Baixa Verde Tássio Bezerra (PTB).

Ainda dos ex-prefeitos de São José do Egito Romério Guimarães (PT),  José Lopes e Anderson Lopes, ambos do PTB de Itapetim. Disse estar conversando para conquistar apoios com Sávio Torres (PTB), Prefeito de Tuparetama, Francisco Dessoles, ex-prefeito de Iguaracy, Mário Viana, ex-candidato a prefeito de Ingazeira e Emidio Vasconcelos, ex-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira.

Defensor da inocência do ex-presidente Lula, mas admitindo que os seus mais próximos auxiliares como Zé Dirceu e Palocci são corruptos, Sílvio Costa foi provocado pelo apresentador a responder se o ex-presidente seria “a virgem do bordel”. O parlamentar argumentou não existir provas contra Lula, mas deixou de responder quando ouviu a afirmação de que são “os laranjas que funcionam nessa hora”.

A esperança de Sílvio Costa para sair do isolamento é a candidatura de Marília Arraes (PT) ao governo estadual, algo que ainda não foi definido pelo partido dela. Se a vereadora entrar na disputa, imediatamente ele cairá em campo para pedir votos para ela.

Clima de Copa ainda não contagiou brasileiros

                                    Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco

O desinteresse dos brasileiros com a Copa do Mundo disparou às vésperas do início da disputa na Rússia, marcado para esta quinta-feira (14). O primeiro jogo do Brasil será domingo (17), contra a Suíça, às 15h (horário de Brasília).

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Segundo pesquisa nacional do Datafolha realizada na semana passada, 53% dos brasileiros afirmam não ter nenhum interesse pelo Mundial, isso em um ano eleitoral, com a economia fraca e ainda na ressaca de uma manifestação de caminhoneiros que quase paralisou o país. No final de janeiro, o índice de desinteressados era de 42%.

 Segundo o Datafolha, a marca de agora é a pior às vésperas do torneio desde 1994, quando o instituto fez a pergunta pela primeira vez. O desinteresse pelo Mundial da Rússia se destaca entre as mulheres (61%), pessoas de 35 a 44 anos (57%), moradores da região Sul (59%) e aqueles com renda familiar de até dois salários mínimos (54%).

Datafolha ouviu 2.824 pessoas em 174 municípios na quinta (7) e sexta-feira (8), e a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Nem a boa fase da seleção de Tite, com o topo das eliminatórias sul-americanas, a melhor sequência pré-Mundial desde 1970 e apontada como uma das favoritas ao título, parece empolgar os brasileiros.

Segundo o levantamento, apenas 18% dos entrevistados dizem ter grande interesse pela competição, a mesma fatia dos que afirmam ter médio interesse. Já os que se declaram com pouco interesse com o Mundial chegam a 9%.

A pior marca antes de um Mundial havia sido em 2014, quando 36% disseram não ter nenhum interesse pelo torneio que começaria no Brasil. O cenário, à época, era de gastos bilionários com estádios, muitos deles que depois se transformariam em elefantes brancos, e promessas em série não cumpridas de obras de mobilidade nos estados.

Em 1994, por exemplo, quando a seleção do então técnico Carlos Alberto Parreira chegava aos Estados Unidos pressionada por um jejum de 24 anos sem Copas, apenas 20% dos brasileiros declaravam não ter interesse pela Copa. Na ocasião, a seleção conquistou o tetracampeonato.

A pesquisa mostra ainda que 48% dos entrevistados apontam o Brasil como favorito ao título da Copa da Rússia.

Paralisação dos caminhoneiros na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de Janeiro

                                      Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Os dez dias de greve dos caminhoneiros custarão R$ 15 bilhões para a economia, o equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), informou hoje (12) o Ministério da Fazenda. De acordo com a pasta, o ministro Eduardo Guardia repassou a estimativa nessa segunda (11) em reunião com investidores em São Paulo.

Por causa da paralisação, a previsão oficial de 2,5% de crescimento do PIB para este ano poderá ser revista para baixo. O número só será divulgado no fim de julho, e o ministro não informou mais detalhes.

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Na última edição do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada todas as semanas pelo Banco Central, os analistas de mercado estimavam que a economia crescerá apenas 1,94% em 2018. Essa foi a sexta semana consecutiva de queda nas projeções. Há um mês, a projeção estava em 2,51%.

ministro não informou o impacto que a greve dos caminhoneiros terá sobre a inflação, por causa da escassez de alimentos e da alta temporária do preço dos combustíveis provocadas pela paralisação. Segundo o boletim Focus, a previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,65% para 3,82% em 2018. As projeções do Ministério da Fazenda para a inflação também só serão divulgadas no fim de julho.

Inaldo Sampaio

                            Inaldo Sampaio Foto: Colunista

O deputado Sílvio Costa não compareceu à solenidade de lançamento da candidatura do senador Armando Monteiro Neto ao governo estadual. Viajou propositadamente para o Sertão do Pajeú, a fim de não participar do evento. Ele foi até pouco tempo um dos políticos mais próximos ao senador a ponto de ter dito em certa ocasião que o partido dele chamava-se PAM (Partido de Armando Monteiro). Mas de uns tempos para cá foram se distanciando. Não houve rompimento formal entre os dois, mas apenas distanciamento por questões estritamente políticas. Sílvio autolançou-se em 2017 para disputar um cargo majoritário nas próximas eleições, como “senador de Lula”, embora deixando claro que não é “petista”, e sim “lulista”, sem combinar com o senador, que não tinha interesse em tê-lo em sua chapa, supostamente pelo seu “lulismo exacerbado” e também porque iria precisar da vagas de vice e das duas do Senado para agregar políticos que fortaleçam o palanque das oposições. Sílvio já era “armandista” e por isso nada agregaria ao projeto eleitoral do senador. Excluído, portanto, da chapa majoritária das oposições, partiu para fazer campanha em faixa própria, empunhando a bandeira do “lulismo”, que ainda é forte em Pernambuco dado que em alguns municípios do interior o ex-presidente chegar a ter 70% de intenções de voto.

Sem medo do “eu sozinho”
Sílvio Costa percorreu na semana passada 19 municípios do Agreste Meridional e em todos eles recebeu promessa de apoio do prefeito ou da oposição. Ele diz que não se preocupa por estar fazendo campanha desvinculado de candidato a governador porque há seis precedentes no Brasil de senadores que se elegeram sozinhos. Um deles teria sido Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Dobradinha > A esperança de Sílvio Costa para sair do isolamento é a candidatura de Marília Arraes (PT) ao governo estadual, algo que ainda não foi definido pelo partido dela. Se a vereadora entrar na disputa, imediatamente ele cairá em campo para pedir votos para ela.

Pressão > O PSB pernambucano continua pressionando Carlos Siqueira, presidente nacional do partido, para fechar logo aliança com o PT. Isso implicaria declarar apoio a Lula, algo que Siqueira se recusa a fazer por não acreditar na candidatura do ex-presidente. Acha que o candidato do PT será Fernando Haddad.

Três vertentes > Marília assusta o PSB pernambucano por três motivos: é neta de Arraes, prima de Eduardo Campos e aliada de Lula, embora, como gosta de dizer, não misture política com família. Poderia, portanto, ser vista como herdeira do “arraesismo”, do “eduardismo” e do “lulismo”.

Caixa folgado > O governador Camilo Santana (CE) anunciou ontem que no próximo dia 6/7 estará pagando a primeira parcela do 13% salário do funcionalismo público estadual. Significa, em tese, que as contas públicas do Ceará estão mais equilibradas que as de Pernambuco.

É de todos > Olinda, que tem o 3º maior eleitorado de Pernambuco, não tem a mesma tradição de Caruaru e Petrolina, por exemplo, que costumam votar em “candidatos da terra” para deputado estadual e federal. Se tivesse, botaria pelo menos três representantes na Assembleia Legislativa: Cláudia Cordeiro (SD), Teresa Leitão (PT) e Izabel Urquiza (PSC).

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Do Estadão Conteúdo

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu ouvir primeiramente a Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir sobre o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de suspender sua prisão.

A defesa do ex-presidente, preso há mais de dois meses, entrou no início deste mês com um novo pedido de liberdade no STF e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A petição é para que as Cortes suspendam os efeitos da condenação no caso do triplex no Guarujá (SP) até que julguem no mérito os recursos extraordinário (analisado no STF) e especial (do STJ).

“Diante da relevância do tema, faz-se mister que se ouça a Procuradoria-Geral da República previamente. Destarte, abra-se vista à PGR. Publique-se. Intime-se”, determinou Fachin, em decisão assinada nesta segunda-feira, 11.

Os recursos contra a condenação que resultou na prisão de Lula ainda precisam ser admitidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que já rejeitou a concessão de efeito suspensivo no caso.

“O nosso cliente está sofrendo uma injustiça e uma prisão que se diz confortável, mas nunca é confortável uma prisão em solitária, como ele está. E injusta”, disse o advogado de Lula, Sepúlveda Pertence, depois de audiência com Fachin nesta segunda-feira.

A programação do São Pedro de Itapetim agora está completa. O Governo Municipal, através da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo realizarão mais uma grande festa que já é tradição na região.

Dos dias 21 a 25 de junho, os valores da terra vão fazer a animação do povo. Do dia 27 ao dia 29, a população de Itapetim e os visitantes vão contar com shows para agradar todo tipo de público.

O secretário de Cultura Ailson Alves, parabenizou a toda população Itapetinense “que vai poder vivenciar uma das maiores e melhores festas já vistas no ventre da poesia e ao Governo Municipal, que trabalha incansavelmente para atender a população e fazer o melhor por Itapetim”. Ele finalizou desejando a todos uma festa de paz, alegria confraternização entre as famílias e muito forró.

“Agradeço desde já o apoio do governador Paulo Câmara, do governo do Estado de Pernambuco e da Fundarpe, por nos proporcionar uma programação tão eclética”, disse o prefeito Adelmo.

Veja a programação completa:

27.06 – Aldinho do Acordeon/Stella Alves/Limão com Mel

28.06 – Banda Pinga Fogo/Zeca Bota bom e Elson Vaqueiro/Vicente Nery

29.06 – Márcio Diniz/Ranieri e Banda/Bonde do Brasil